quarta-feira, agosto 31, 2005

Indiano promete lei de imigração mais permissiva


Sobre o teor da nova lei de imigração, Costa adiantou que está a ser discutida para ser apresentada uma nova proposta à Assembleia da República até ao final do ano. A actual lei, baseada no sistema de quotas, foi aprovada pelo Governo de Durão Barroso e está em vigor desde Março de 2003.
Em reacção, o PSD acusou ontem o Governo de se estar a preparar "para liberalizar a entrada de imigrantes em Portugal" poucos anos depois de ter votado favoravelmente a actual lei. De facto, o PS votou ao lado do PSD e do CDS a lei que está em vigor e que estabelece o sistema de quotas de entradas de imigrantes. "O PS quer inflectir a política de imigração. O PSD considera que o PS escolhe o mau caminho", sublinhou o secretário-geral social-democrata, Miguel Macedo.
"Não só é um sinal político errado num momento de dificuldades económicas no país, como não leva em conta a necessidade do efectivo acesso aos sistemas de segurança social e saúde", rematou.
Entretanto, a Ordem dos Advogados defendeu a criação "imediata" em Portugal de estruturas de apoio e consulta jurídica para informar os imigrantes acerca dos seus direitos no país. Existe, segundo a Ordem, " uma lacuna no sentido da inexistência de uma organização séria, razoável e independente, que preste apoio de carácter jurídico e gratuito".

Fonte: JN

Não me surpreende minimamente que o ministro indiano António Costa abra ainda mais as portas de Portugal aos seus compatriotas asiaticos e restantes povos terceiro-mundistas. A culpa é mais uma vez do povo português, afinal de contas foi o povo que escolheu este indiano nas urnas!

Quanto à posição da Ordem dos advogados, que pretende prestar apoio jurídico gratuito aos imigrantes só tenho uma coisa a dizer, seria bom que todos os imigrantes tivessem um curso de direito, já que assim estes advogados filiados na ordem ficariam todos no desemprego, que é o que merecem depois destas atitudes.

Também é engraçado que a Ordem dos advogados fale em “informar os imigrantes sobre os seus direitos”, mas nada diga acerca dos DEVERES!

domingo, agosto 28, 2005

"Portugueses" vitimas de racismo são africanos

Segundo o JN:


“O Ministério português dos Negócios Estrangeiros não tem dúvidas de que o ataque bombista perpetrado anteontem, num prédio de Norfolk, Inglaterra, é de cariz racista e xenófobo, mas considera que as hostilidades não se dirigem especificamente a portugueses.
"Tal como nos ataques registados na Irlanda, a maioria dos cidadãos portugueses é constituída por negros…” diz o porta-voz do Ministério, Carneiro Jacinto"

FINALMENTE assumem que as vítimas “portuguesas” do racismo em Inglaterra e na Irlanda do Norte são na realidade africanos, eu já tinha alertado todos os leitores deste blogue anteriormente, no entanto vale mais tarde que nunca e felizmente a verdade vai começando a ser difundida também nos jornais!

Se querem centenas de vítimas portuguesas do racismo não procurem na Irlanda nem na Inglaterra, procurem na Africa do Sul, e nem precisam de procurar muito!

Já existem consultas destinadas a apoiar as vítimas do “choque cultural”

“A Consulta do Migrante propõe-se ajudar imigrantes, ex-emigrantes, minorias étnicas e refugiados a ultrapassarem o medo, a ansiedade e a depressão associadas ao fenómeno da migração e à inserção numa sociedade culturalmente diferente. Mas a maioria dos utentes tem sido, por enquanto, natural de países africanos de língua portuguesa.”
Fonte:JN


Comprovamos mais uma vez que o Cruz Rodrigues e restantes africanistas estão equivocados, já que os “nossos” ex-irmãos das colónias não se adaptam melhor à nossa cultura quando comparados com os restantes europeus, bem pelo contrário, afinal de contas são eles, os tais ex-irmãos do império que necessitam mais de apoio devido ao choque de culturas!

Gostei dum pormenor no artigo do JN, referiram "por enquanto" a maioria dos utentes é de origem africana, e eu concordo com o "por enquanto" e acho que o publico alvo destas consultas vai mudar rapidamente, já que em zonas como a Amadora e a Linha de Sintra as verdadeiras vítimas do choque de culturas são os brancos! Os brancos são já uma minoria étnica nessas zonas, e em breve serão uma minoria em toda a Europa, por isso será o nosso povo a precisar de apoio, não os imigrantes. Em vez do “choque tecnológico” temos o “choque cultural”.

De referir que a “Consulta do Migrante” realiza-se no Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, portanto se por azar forem parar à Cova da Moura, já sabem onde se podem dirigir em seguida para se recomporem do choque cultural.

sábado, agosto 27, 2005

Falta de isenção no DN

O Diário de Noticias publicou um artigo sobre Jean Marie Le Pen.

No artigo acusam Le Pen de:

“terrorismo verbal”
“Le Pen nunca foi um construtor, mas antes um permanente obstáculo”
“chegou a publicar discos com canções nazis”


No entanto destaco a forma como terminaram o artigo, acho totalmente inaceitável que um jornal que deveria ser isento publique artigos tão escandalosamente parciais, ainda por cima relativamente a um politico que recentemente recebeu os votos de cerca de seis milhões de franceses (claro que para o DN os franceses devem ser estúpidos, analfabetos, etc,etc).


“Le Pen está no final da carreira, mas a sua criação persistirá, enquanto houver terreno apropriado para que cresça a semente da demagogia.”


quarta-feira, agosto 24, 2005

Estes indianos têm uma lata

O Indiano António Costa, ministro do governo socialista, apelou aos patrões para que permitam que os seus empregados (bombeiros voluntários) se ausentem dos postos de trabalho, aumentando assim o número de bombeiros disponíveis para o combate aos fogos florestais.

No entanto, quando o amigo deste indiano, ou seja José Sócrates, estava a fazer o seu safari no Quénia, António Costa entendeu que o primeiro-ministro não deveria interromper as suas ferias no meio da fauna africana, entendendo que a situação não o justificava. Ou seja os bombeiros devem faltar aos seus trabalhos, mas o primeiro ministo não deve interromper as suas ferias!

Eu acho que os exemplos têm que vir de cima, como tal António Costa não deveria ter esta dualidade de critérios, se quer que os empresários portugueses colaborem deveria no mínimo exigir o mesmo ao primeiro-ministro.

quarta-feira, agosto 17, 2005

Angola vence o derby da Amadora

A Selecção de Angola venceu, neste final de tarde, a sua congénere de Cabo Verde, por 2-1, em encontro disputado no Estádio José Gomes. Sem duvida este estádio na Amadora é o local ideal para este tipo de partidas, podemos mesmo chamar a qualquer jogo entre estas duas selecções africanas o “derby da Amadora” até porque neste estádio as duas equipas jogam em casa e contam com o apoio fanático do seu público (e só quem não se lembra dum celebre Portugal-Angola em Alvalade é que pode duvidar do fanatismo dos adeptos Amadorenses)!

A selecção cabo-verdiana surpreendeu ao entrar melhor na partida, ímpeto que lhe valeu o tento inaugural da partida, aos 25 minutos, por intermédio de Lito, porém, os palancas negras melhoraram muito na etapa complementar e protagonizaram a reviravolta no marcador: logo no minuto inicial, Mantorras (Benfica) surgiu isolado perante o guardião Veiga e não desperdiçou a oportunidade de empatar; enquanto, aos 86 minutos, Love deu a melhor sequência a um pontapé de canto apontado pela direita.

De salientar a presença de oito mil adeptos na habitual «casa» do Estrela da Amadora. Só mesmo este derby para conseguir atrair tantos espectadores na Amadora, para terem uma ideia o Estrela da Amadora nem 800 espectadores consegue ter nos seus jogos, quanto mais 8000! Se o Estrela alterar o seu nome para “Angola & Cabo Verde United” ou "União de Africa" o estádio poderá encher-se regularmente, tal como aconteceu neste derby. Quem perderia mais com isso seria o Benfica, já que muitos dos seus adeptos passariam a apoiar o novo clube africano da Amadora.

segunda-feira, agosto 15, 2005

Legalizar um terrorista que matou 257 pessoas custa cerca de 1000 euros

O paquistanês, Abu Salem, acusado pelas autoridades indianas de envolvimento numa vaga de atentados que, em 1993, causou 257 mortos e mais de mil feridos na Índia, foi um dos beneficiários da actividade darede refererida no post anterior.
Salem, que foi extraditado depois de uma disputa judicial que se prolongou par mais de dois anos, conseguiu obter uma autorização de residência em 2002, antes de ser detido em Lisboa pela Polícia Judiciária, por falsificação de documentos e posteriormente condenado a uma pena de quatro anos e meio de prisão.
A situação de Abu Salem em Portugal terá sido regularizada com recurso a um atestado médico falso que lhe permitiu obter a respectiva autorização de residência. As investigações relacionadas com este caso apenas determinaram as iniciais do médico que passou o documento.
O estratagema apoiava-se na legislação, que isenta de visto para obtenção de autorização de residência os cidadãos estrangeiros que, encontrando-se em Portugal, sofram de uma doença que requeira assistência médica prolongada que impeça o seu regresso ao país de origem. Para o provar basta um atestado médico.
Muitos outros casos estão referenciados neste processo e todos ligados ao mesmo médico que está acusado, entre outros crimes, de associação criminosa e corrupção. O clínico em causa, que prestava serviço num centro de saúde e num importante hospital lisboeta, teve, segundo as investigações, um papel fulcral em todas estas formas fraudulentas de legalização, que custavam a cada clandestino cerca de mil euros.

Coitado do médico, não lhe chegam dois tachos, um no estado e outro numa clínica privada, ainda precisa de atraiçoar o seu país e a sua civilização para ganhar mais uns trocados, sim trocados porque para este médico 1000 euros nem deve chegar para pagar o condomínio…
Com médicos destes, os terroristas nem precisam do Padre Vaz Pinto nem do Francisco Louça!


Fonte: JN

Policias corruptos envolvidos em legalizações fraudulentas de árabes

Durante um ano e meio, uma rede chefiada por um advogado português e a funcionar com base num esquema de corrupção montado no interior do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Lisboa legalizou de forma fraudulenta centenas de imigrantes ilegais, na sua maioria árabes. A rede tinha angariadores em praticamente todo o território nacional e chegou regularizar a situação de clandestinos residentes em vários outros países europeus.
Os 21 arguidos acusados, entre os quais se encontram outro advogado, três agentes da PSP um dos quais uma mulher, aposentada, mas que estivera destacada no SEF, e mais dois que prstavam serviço neste organismo -, uma funcionária deste serviço, um médico e vários estrangeiros radicados no nosso país vão sentar-se agora no banco dos réus, acusados de corrupção, auxílio à imigração ilegal e associação criminosa, entre outros crimes.
A entrada em actividade da rede coincide com a alteração efectuada, no início de 2001, à legislação que regulava a legalização de estrangeiros e com a introdução da figura da Autorização de Permanência(AP), que veio substituir o visto de trabalho passado pelas autoridades do país de origem. Era o SEF quem tinha a responsabilidade de passar as autorizações. Com isto comprovamos que quanto mais permissiva é a lei maiores são as possibilidades de fraudes.

Esta abertura legal fez disparar o número de pedidos de legalização por parte de clandestinos a residir em Portugal e noutros países europeus. e criou a oportunidade de "negócio" para o grupo. A rede funcionava com recurso a angariadores, inicialmente apenas em Lisboa, mas que depressa estenderam a sua actividade a Santarém, Porto e Braga e a países como a Holanda e a Alemanha. O próprio SEF, sob coordenação do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Ministério Público de Lisboa pôs fim à acção da rede que tem julgamento marcado para os dias 26 a 30 de Setembro, no Tribunal da Hora, em Lisboa.
As investigações concluíram que houve também participação de funcionários da Secção de Vistos do Ministério dos Negócios Estrangeiros e de mais funcionários do SEF, mas sem conseguir chegar a nomes ou formas de funcionamento para acusação. É o habitual, não conseguiram chegar aos nomes, portanto os corruptos que trabalham no ministério e no SEF vão continuar a destruir não só Portugal mas também a Europa, tudo isto impunemente. Com uma polícia que ao invés de combater e expulsar a escumalha ainda anda a angariar mais imigrantes ninguem se poderá espantar com a presença de terroristas em território nacional. Claro que se ocorrer um atentado ninguém vai culpar o governo nem os corruptos do SEF e da PSP nem sequer o advogado envolvido nesta rede, nesse caso os nossos “amigos” do BE vão culpar o Bush (!) e vão dizer que a má integração e que as reacções violentas dos muçulmanos devem-se exclusivamente à invasão do Iraque!
A maioria dos cidadãos legalizados por este estratagema (pelo menos os que foram identificados) eram oriundos do Egipto e Paquistão, embora houvesse também uma quantidade razoável de indianos e pelo menos um nepalês. Foi assim, por exemplo, que acabou por entrar em Portugal Abu Salem, mais tarde extraditado para a Índia por suspeita de envolvimento em atentados terroristas.
O sistema consistia na atribuição, contra pagamento de elevadas quantias, de autorizações de permanência. O processo exigia a elaboração de contratos de trabalho fictícios e a constituição de empresas fictícias que procediam às contratações, com regularização junto da segurança social. Foram também usados atestados médicos falsos.

Fonte utilizada : JN

sexta-feira, agosto 12, 2005

Candidata do PP defende africanização das escolas e dos manuais escolares!

Na reunião com a direcção da Associação Cabo-Verdiana, Maria José ,candidata do CDS-PP à Câmara de Lisboa defendeu uma aposta na cultura, educação e urbanismo.
Depois de ter ouvido as propostas e os "desabafos" da presidente da comunidade, Alcestina Tolentino, que se queixou da falta de atenção da autarquia de Lisboa aos problemas dos imigrantes nos últimos quatro anos, Nogueira Pinto manifestou-se "contente pela compreensão de que a responsabilidade pela integração tem que ser partilhada com as associações e as comunidades".
Salientando que devido à desertificação da cidade, muitas escolas primárias são hoje maioritariamente frequentadas por filhos de imigrantes africanos, a candidata defendeu incentivos para a criação de um corpo de professores cabo-verdianos e alterações aos manuais escolares.
"Os meninos têm que ver uma palmeira e uma bananeira em algum lado, não?", questionou a candidata, lamentando a falta de medidas para a integração social e cultural dos filhos dos imigrantes, que acabam por "ceder à tentação de seguir os modelos afro-americanos que vêem nos filmes e que não têm nada a ver com Portugal".
Sem prometer nada, a candidata considerou importante a revisão do conceito e do estatuto da UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) para melhorar a cooperação a nível autárquico com os países de origem dos imigrantes.
Nogueira Pinto defendeu ainda "a introdução de factores de correcção" nos bairros de realojamento para acabar com "os espaços de exclusão".

Fonte:JN

Eu também acho que "Os meninos têm que ver uma palmeira e uma bananeira em algum lado" , de preferência devem até ver bastantes palmeiras, mas no seu habitat natural ou seja, os meninos africanos devem regressar rapidamente à terra dos seus antepassados.
Quanto aos “modelos afro-americanos que vêem nos filmes e que não têm nada a ver com Portugal" ao contrário do que pensa a candidata do CDS-PP, eu acho que são os mais indicados para esses jovens, já que esses jovens também não têm nada a ver com Portugal, logo é preferível que sigam modelos mais adequados às suas origens.

Integração? NUNCA!

quinta-feira, agosto 11, 2005

Britânicos continuam multiculturalistas

Os atentados terroristas de Londres, cometidos por extremistas islâmicos, não alteraram a tolerância dos britânicos em relação a outras religiões. Assim conclui uma sondagem divulgada esta quarta-feira pela BBC.

Sessenta e dois por cento dos inquiridos consideram que o multiculturalismo converte o Reino Unido num sítio melhor para viver (!!!), ao contrário de 32 por cento que vêem nisso uma "ameaça ao estilo de vida britânico".
Os preconceitos racistas entre os britânicos parecem ter-se reduzido nos últimos dois anos, de 30 para 25 por cento!
A própria comunidade muçulmana parece não acreditar que os britânicos estejam menos tolerantes desde os atentados de 7 de Julho, que provocaram 56 mortos e 700 feridos.
Somente 31 por cento dos muçulmanos disseram ter notado uma atitude mais hostil por parte do resto da população, enquanto uma percentagem similar é de opinião que a aceitação do multiculturalismo está a prevalecer.
Ainda entre os muçulmanos, 87 por cento defendem que a mistura de culturas melhora a sociedade e apenas 28 por cento são da opinião de que os estrangeiros devem adaptar-se à cultura do Reino Unido. Ou seja a esmagadora maioria dos muçulmanos entende que não deve adaptar-se à cultura do Reino Unido, o Reino Unido é que tem que os aceitar tal como eles são!

A sondagem foi realizada pelo Instituto Mori para a BBC, segunda e terça-feira, com uma amostra de 1004 adultos de ambos os sexos.

É caso para dizer que os Britânicos só têm aquilo que merecem, principalmente os 62% que entendem que o multiculturalismo converte o Reino Unido num sítio melhor para viver…

domingo, agosto 07, 2005

Dia negro no Santuário de Fátima

Ontem viveu-se um dia negro no Santuário de Fátima por duas razões.

Para além dos incêndios que ocorreram no concelho de Ourém, realizou-se também a 11ª peregrinação dos africanos a Fátima, iniciativa do Patriarcado de Lisboa, que culminou com a celebração de uma eucaristia na capelinha das aparições.

Os quatro mil africanos que foram a Fátima disseram algumas coisas engraçadas ao JN, das quais destaco:

"A política do Governo é muito lenta em matéria de imigração e fica sempre aquém das expectativas" (nem comento…)
"Venho pedir saúde e para dar documento a quem não tem" (no jornal vinha mesmo “documento”)
“Existe discriminação e os africanos vivem uma vida difícil" (se estão mal que regressem para o sítio donde nunca deveriam ter saído!)


Os padres católicos estiveram ao nível a que já nos habituaram, segundo Delmar Barreiros, director do Departamento de Mobilidade do Patriarcado de Lisboa, tratou-se de "uma manifestação da fé profundamente cristã e religiosa" destas comunidades. Delmar Barreiros reconheceu também que é necessário fazer mais pela integração "Ou nós começamos a ter apreço por eles, respeito e aceitação ou no futuro haverá uma maior separação. E a separação provoca conflitos".

Candidato do BE foi parar ao hospital

O candidato do Bloco de Esquerda à Assembleia Municipal da Figueira da Foz, João Carlos Paulo, garante ter sido agredido à entrada de uma colectividade local, tendo mesmo de receber tratamento hospitalar. Em declarações à Agência Lusa, João Carlos Paulo contou que foi "agredido violentamente" na sexta-feira à noite, cerca das 22.30 horas, quando pretendia aceder ao bar da Sociedade Filarmónica 10 de Agosto e dirigentes da associação lhe comunicaram que o estabelecimento estava encerrado para limpeza, recusando-lhe a entrada.
O cabeça-de-lista do BE, sócio da colectividade, de 41 anos, foi suturado na cabeça e sofreu ainda escoriações diversas nos braços e nas pernas, tendo apresentado queixa na esquadra local da PSP.
João Carlos Paulo responsabilizou pelas alegadas agressões pelo menos cinco pessoas, entre as quais a presidente da colectividade, Susana Sousa, mas esta negou que tal tenha acontecido.
Susana Sousa, que integra a lista da CDU candidata à Assembleia de Freguesia de S. Julião, na cidade da Figueira da Foz, desmentiu à Lusa as acusações a outras pessoas e a si própria.
Disse que o associado tropeçou e caiu à entrada das instalações, por ter aparentemente rebentado um dos chinelos de praia que tinha calçados.
"Ninguém agrediu o senhor João Paulo", acrescentou, indicando que lavou hoje o limiar do edifício, que ficou manchado de sangue.
Susana Sousa disse que o bar estava encerrado para poder realizar limpezas para as comemorações dos 125 anos da Sociedade 10 de Agosto e garantiu que os factos se passaram no exterior.


Fonte: JN

No mínimo um dos comunistas está a mentir (já sabemos que um comunista raramente diz a verdade) , a versão da candidata da CDU é original, eu nunca vi ninguém cair porque um “chinelo rebentou”. No caso da versão do bloquista se confirmar, então parece-me que a CDU e o BE entendem-se às mil maravilhas lá para os lados da Figueira…

Já pensaram no que teria acontecido caso os agressores não pertencessem à CDU mas sim ao PNR (por exemplo)?
Até já consigo imaginar um discurso do Louça a defender a ilegalização do partido…


sexta-feira, agosto 05, 2005

Nascimento Rodrigues pretende atribuir o abono de família e outras prestações sociais aos imigrantes

A associação Frente Anti-Racista manifestou-se, ontem, esperançada que o Governo acolha a recomendação do provedor de Justiça sobre a concessão de prestações sociais aos imigrantes com autorizações de permanência.

"Esperamos que a recomendação do provedor de Justiça não caia em saco roto", refere, em comunicado, a Frente Anti-Racista ao congratular- se com a recomendação de Nascimento Rodrigues.

O provedor recomendou ao ministro do Trabalho e da Solidariedade Social que reveja as normas internas dos serviços da Segurança Social ou, caso se revele necessário, promova uma alteração legislativa no sentido de atribuir o abono de família e outras prestações sociais aos imigrantes . Na sequência da recomendação, fonte do Ministério do Trabalho e da Segurança Social garantiu que o Governo está a rever a situação.

Fonte: JN