Uma vitória do Bloco de Esquerda
Os condenados por pedofilia podem adoptar crianças em Portugal, esta é, sem sombra de dúvidas, uma grande vitória do Bloco de Esquerda.
Este blogue não é político, logo não é separatista, nem tribalista, nem nacionalista, nem monárquico, nem fascista, nem comunista nem representa sequer qualquer movimento religioso, social, desportivo ou cultural. Serve apenas para que o autor transmita algumas mensagens (muito) politicamente incorrectas!
Os condenados por pedofilia podem adoptar crianças em Portugal, esta é, sem sombra de dúvidas, uma grande vitória do Bloco de Esquerda.


No último debate mensal do ano no Parlamento, Santanas Lopes, o líder parlamentar social-democrata, deu como exemplo o programa de formação Novas Oportunidades por ser possível, a alguém com mais de 18 anos, "obter em três meses" um grau escolar - o 9.º ano por exemplo - que "os filhos dos portugueses só conseguem em três anos". "Que sinais são os que estamos a dar aos nossos jovens?
As afirmações do conceituado cientista James Watson, Premio Nobel da Medicina em 1953 e responsável pela descoberta da molécula de DNA foram muito mal recebidas pelos politicamente correctos.
http://jn.sapo.pt/2007/11/13/porto/regionalizacao_divide_personalidades.html
Tem sido bastante noticiado o despejo de alguns indivíduos da comunidade cigana,que são sustentados pelo rendimento mínimo em Campanhã.
O primeiro-ministro elegeu a pseudo-qualificação como "prioridade" para a segunda metade da legislatura, que hoje começa, propondo-se atribuir até 2010 equivalência ao 12º ano a um milhão de trabalhadores portugueses.
Várias centenas de portugueses foram alvo duma acção policial, acabando na Polícia de Luanda, para onde foram encaminhados.
Relatos dum escrivão na contagem de moradores e delimitação do território português, ano 1531.
José Silva Peneda escreveu um interessante artigo no JN de 19 de Fevereiro de 2007.
Analisando os resultados do referendo sobre o Aborto, verificamos que os resultados a “norte” foram opostos aos resultados do “centro e do sul”.
Nos últimos três anos, o concelho de Marco de Canaveses viu partir, para Espanha, perto de oito mil trabalhadores da construção civil, com idades entre os 30 e os 45 anos, ou seja, mais de metade da população activa masculina.
Um homem de 55 anos, proprietário de uma ourivesaria em Bajouca, Leiria, foi ontem esfaqueado e baleado até à morte, no interior do seu estabelecimento por um casal de brasileiros.
A Câmara Municipal de Ponte da Barca vai organizar amanhã, dia 25 de Novembro, o Congresso Transfronteiriço de Cultura Celta.
Os mouros (berberes) saíram da Galécia ainda antes de 740 por causa da guerra contra os arabes e como se comprova nas crónicas da época logo no início do reinado do I rei das Astúrias já toda a Galécia estava livre de mouros.
Os resultados cada vez mais espectaculares deste partido separatista colocaram-no à frente dos seus congéneres europeus. O seu líder, Filip Dewinter, diz claramente:
"nós estamos na dianteira de uma mensagem política clara: eles têm que ter em conta os interesses da maioria silenciosa dos autóctones europeus, que sofrem com o aumento da imigração ilegal, com o aumento da criminalidade e com o politicamente correcto", afirma.”
O Vlaams Belang reivindica abertamente a independência da Flandres. Uma questão que coloca enormes problemas à unidade da Bélgica e que irrita profundamente todos os patrioteiros e defensores das pátrias multi-etnicas, obviamente todos os partidos desde a direita até à esquerda unem-se para impedir o Vlaams Belang de governar na Flandres.
Alguns ignorantes na imprensa falam em “nacionalistas belgas”, ora o Vlaams Belang não é um partido nacionalista belga, se dependesse do Vlaams Belang a unidade do estado Belga acabaria hoje.
Claro que toda a imprensa, seja ela Flamenga ou não, é hostil ao Vlaams Belang.
Quando dizemos que o Vlaams Belang obteve 33,5% dos votos em Antuérpia, temos que ter em conta que foram regularizados milhares e milhares de imigrantes, e que os imigrantes e os belgas de origem extra-europeia foram autorizados a votar, e obviamente não votaram no Vlaams Belang.
Dewinter denunciou hoje essa operação :
"immigrants got the right to vote, that had an influence."
Quando o Vlaams Belang estiver próximo dos 50% certamente os patriotas belgas irão legalizarar mais umas centenas de milhares de imigrantes, concedendo-lhes como é obvio o direito a voto, os desesperados patriotas belgas não hesitam em recorrer a estes expedientes, afinal de contas é o própria existência da Bélgica que está em jogo.
O objectivo deste partido separatista é claro, criar um estado flamengo branco, defendendo a expulsão de todos os imigrantes não-europeus. Claro que tal ousadia já lhe custou bem caro, afinal de contas ainda recentemente o partido foi forçado a mudar de nome por ter sido condenado por racismo num tribunal belga.
Há muitos anos que os midia tentam boicotar declaradamente o Vlaams Belang, tentando a todo o custo defender a continuação da Belgica, o que só conseguem travando o avanço da “extrema-direita”.
Nesta imagem podemos ver um grupo de belgas a manifestarem-se contra o Vlaams Belang. Por enquanto estes Belgas podem estar descansados, o separatismo étnico ainda não triunfou.
O Garrano provem duma raça muito antiga presente na Callaecia (Norte de Portugal e Galiza) desde a pré história, como se pode ver nas pinturas da era Paleolítica. Estes cavalos, depois cruzados com os pequenos cavalos dos Celtas, evoluiram para o cavalo do tipo Celta tal como o conhecemos hoje, com uma cabeça de perfil recto ou côncavo, pequeno, bem adaptado às zonas frias e húmidas das montanhas. O Garrano, propriamente dito, é a mais antiga raça por entre as raças irmãs celtas do Norte da Península Ibérica, nomeadamente o Cavalo do Monte da Galiza, o Asturcón das Astúrias ou o Potrok Basco.
A palavra garrano deriva da raiz indo-europeia "gher", que significa "baixo, pequeno" e que originou a palavra "guerran", a palavra Galesa que significa cavalo. Na Inglaterra usa-se a palavra pónei; na Irlanda "gearron"; na Escócia "garron" e em Portugal ‘garrano’.
O meio em que vivem os garranos é realmente especial. No Geres ainda crescem fetos gigantes (2 metros de altura), iguais aos que se vêem nos fosseis da época glaciar - o único local do planeta onde ainda existem.
Ao contrário do Lusitano esta raça não foi seleccionada pelo homem ( os cavalos Lusitanos da Coudelaria Nacional são o resultado do cruzamento de éguas andaluzes com garanhões árabes) , foi moldada pelo meio ambiente ao longo dos séculos. Os garranos ainda são caçados pelos lobos que vivem a sua vida selvagem na zona montanhosa que vai do noroeste de Portugal até à Galiza.
Em 1993, a Comunidade Europeia e o estado português uniram-se para preservar a raça. A maioria deles vive no Parque Nacional do Peneda - Gerês. Sem duvida que a raça está ameaçada. Nas últimas décadas os criadores começaram a libertar no monte outras raças de cavalos. O resultado foi inevitável - os garranos puros começaram a rarear.
Uma vez por ano alguns dos poldros são capturados e vendidos para vários fins; carne, cavalo de sela e atrelagem uma vez que já não são utilizados para a agricultura. O cruzamento com outras raças não é bem visto de forma a poder-se manter o seu património genético.
Todos os garranos são submetidos a testes de DNA à nascença para assegurar a sua ascendência, antes de serem registados nos Livros de Origens.
Nos locais onde podem ser encontrados os exemplares mais puros (regiões montanhosas do Alto Minho, Trás-os-Montes e Galiza), criados em regime de liberdade e num estado semi-selvagem, verifica-se uma perfeita concordância da sua morfologia com a caracterização da raça.
Durante milénios, o Garrano prestou um serviço inestimável às populações rurais do Norte de Portugal.
Com o desenvolvimento dos meios de transporte, vias de comunicação e máquinas agrícolas, a importância e o peso do Garrano diminuiu bastante. Contudo, na sua região de origem, ele continua a ser utilizado em tarefas agrícolas pelo facto da propriedade rústica ser de pequena dimensão e possuir um declive acentuado.
Se estiverem interessados, poderão ver manadas em liberdade na Serra do Gerês mais propriamente em Cabril. Actualmente estão registados cerca de dois mil indivíduos - 1500 adultos e 500 poldros - dispersos por dezassete concelhos nas províncias do Minho e Trás-os-Montes.
Principais Fontes:
http://www.equisport.pt/gca/index.php?id=86
http://www.ecotura.com/Garranos.htm
Já agora deixo aqui também um interessante link galego, onde ironizam com a tentativa Salazarista de misturar Garranos com outros cavalos portugueses de pureza mais do que duvidosa, quando na própria Serra do Xurez (parte do Geres que pertence a Espanha) existiam garranos com um grau de pureza elevada.
Com tais politicas, e apesar de ser um cavalo celta, grande parte dos garranos estará já contaminado com sangue árabe ou ibérico. Será que ainda é possível preservar uma elite de garranos puros?
http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=2353
No passado fim-de-semana realizou-se um festival em Santarém, para além duma exposição intitulada "Santarém e o Magreb - Encontro Secular"
Segundo o jornal o Mirante:
“A história de Santarém tem forte influência do Magreb e há anos que se tentava realizar algo que o assinalasse. “Foram quatro séculos em que tivemos sob influência árabe, que depois permaneceu, porque após a conquista de Santarém por D. Afonso Henriques, os mouros foram para a mouraria e ficaram cá a viver”, recorda Nuno Domingos.”
Não posso falar da feira em si, muito menos da exposição porque não as visitei, parece que agora está moda realizarem-se feiras medievais, algumas com um rigor historico duvidoso.
De facto o conflito entre Moçarabes e Mouros propriamente ditos em Shantarin praticamente nunca existiu, os conflitos mais relevantes ocorreram com o invasor portucalense. Também é verdade que não podemos confundir as conquistas de territorios aos mouros com a sua expulsão.
Não vou aqui comentar a vida dessas cidades do Al-Andaluz, e talvez tenha sido essa a intenção da feira medieval, aqui farei apenas um breve resumo histórico da presença e da primeira tentativa de dominio Portucalense naqueles territorios hostis.
Na realidade, ainda antes de Afonso Henriques nascer, Santarém foi controlada pelos Portucalenses em 1093, mas aí os portucalenses assumiram o controlo de Santarém porque se aproveitaram duma luta interna entre a Taifa de Badajoz e os Almoravidas.
Em teoria Lisboa também esteve sob controle Portucalense em 1093, no entanto obviamente foi mais fácil para os Almoravidas “conquistar” Lisboa do que beber um copo de agua, era literalmente impossível a Raimundo e aos Portucalenses controlar uma cidade com tantos mouros como Lisboa, mesmo mais tarde isso só foi possível com o apoio dos cruzados.
Tal derrota sofrida por Raimundo trouxe em 1095 o rei de Leão, Afonso VI à fronteira meridional do Condado Portucalense e concedeu foral a Santarém para encorajar os cavaleiros portucalenses a defenderem a cidade, porque Afonso VI tinha perfeita consciência que Santarém estava demasiado exposta aos ataques dos Almoravidas de Lisboa.
Para além disso o rei de Leão nomeou Soeiro Mendes da Maia para governador militar da fronteira, e Soeiro Mendes da Maia era na altura o mais poderoso dos senhores portucalenses, e o certo é que de forma surpreendente esses portucalenses conseguiram aguentar Santarém durante algum tempo, apesar da distância que separava Santarém de Portucale e da proximidade de Santarém com Lisboa.
Essa resistência portucalense num território já tão distante acabou em 25 de Maio de 1111 quando o exército comandado por Ben Abu Bakr ao serviço do Emir de Marrocos reconquistou a cidade de Santarém para os mouros.